Décimo segundo Domingo do Tempo Comum

Décimo segundo Domingo do Tempo Comum

«Não temas». Talvez não encontres nos Evangelhos uma expressão que Jesus repita tanto como esta: «não temas». Toda a boa notícia do Reino se pode concentrar neste convite, nesta confiança, nesta paz: «não temas». Hoje é domingo, o primeiro dia de uma nova semana: que ele seja para ti o sinal de uma nova criação, reconciliada com Deus, com os irmãos e contigo próprio. E assim poderás rezar, com os teus lábios e com o teu coração,
o convite de Jesus: «não temas».

Solenidade do Sagrado Coração de Jesus

Solenidade do Sagrado Coração de Jesus

Hoje, a Igreja celebra o mistério da humanidade de Jesus na linguagem simbólica do seu coração. Porque é no corpo, nos seus gestos e passos, na sua arte de expor e de esconder, que revelamos o que somos e que Deus revela a sua graça. Pede ao Senhor a força e a coragem de construires uma vida alicerçada no amor, segundo as palavras da primeira carta de João: «Ninguém jamais viu a Deus. Se nos amarmos uns aos outros, Deus permanece em nós e em nós o seu amor é perfeito». Começa assim a tua oração.

Quinta-feira, memória litúrgica de São João Fisher e São Tomás Moro. 

Quinta-feira, memória litúrgica de São João Fisher e São Tomás Moro. 

Hoje, a Igreja celebra a memória de dois Mártires ingleses, João Fisher e Tomás Moro: fiéis a Cristo, foram presos e mortos em nome da liberdade religiosa. Acolhe o convite a dar graças a Deus pelo facto de poderes viver e celebrar a tua fé publicamente. Toma consciência deste dom e de teres vindo de Deus e para Ele voltares. Assim, vale a pena começares assim a tua oração.

Quarta-feira, memória litúrgica de São Luís Gonzaga

Quarta-feira, memória litúrgica de São Luís Gonzaga

A oração suscita em nós vários sentimentos, quer de gratidão pelas bênçãos vividas, quer de angústia pelas perdas sofridas. Acredita que Deus não brinca com a tua vida, mas sustenta-a com a plenitude do seu ser. E, assim, as perdas e sofrimentos recebem um sentido novo, como rezam as seguintes palavras de São Luís Gonzaga:  «Se Deus toma de novo o que nos tinha já dado, não o faz senão para o colocar em lugar mais seguro e ao abrigo de qualquer perigo, e para nos dar aqueles bens que acima de tudo desejamos».

Terça-feira da décima primeira semana do tempo comum

Terça-feira da décima primeira semana do tempo comum

Estás prestes a iniciar o teu momento de oração: coloca-te na presença de Deus como mistério de Amor, que te abraça e conforta. Hoje, começa a tua oração com as seguintes palavras de um poema de João da Cruz: «Quando Tu me olhavas, teus olhos uma graça me imprimiam; por isso me adoravas e nisso mereciam meus olhos adorar o que em ti viam. Não queiras desprezar-me: depois que me olhaste, graça e formosura em mim deixaste».

Segunda-feira da décima primeira semana do tempo comum

Segunda-feira da décima primeira semana do tempo comum

As relações constroem e alimentam a nossa identidade, sobretudo nos seus momentos de maior gratuidade e silêncio: seja um passeio junto ao mar, uma conversa pessoal, o cuidar de alguém próximo ou uma refeição em comum. Não temas reconhecer, neste breve momento de oração, o encontro real e verdadeiro com o mistério que te habita: pouco a pouco, os frutos começarão a surgir no teu modo de ser e agir.

Décimo primeiro domingo do tempo comum

Décimo primeiro domingo do tempo comum

Estás no início de uma nova semana, na qual se recria, a par e passo, a tua vida. Hoje, começa a tua oração com as seguintes palavras de um hino cristão: «Nem sempre te pedi como hoje peço para seres a luz que me ilumina; mas sei que ao fim terei abrigo e acesso na plenitude da tua luz divina. Esquece os meus passos mal andados, perdoa o meu desamor e o meu pecado. Eu sei que vai raiar a madrugada e não me deixarás abandonado».

Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo

Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo

O corpo move-nos para a comunhão: assim foi a vida de Jesus, corpo dado e entregue sem nada reservar para Si, como alimento, fermento e sal de esperança. Hoje, começa a tua oração com as seguintes palavras de uma oração eucarística do primeiro século da era cristã: «Nós te damos graças, ó Pai, pela vida e pelo conhecimento que nos revelaste por Jesus, teu Filho. Tal como este pão que partimos, trigo outrora disseminado sobre as colinas, foi colhido para ser um só, assim a tua Igreja seja reunida das extremidades da Terra para o teu Reino!»

Solenidade da Santíssima Trindade

Solenidade da Santíssima Trindade

Como exprimir por palavras os mistérios do cosmos e do universo? Como resumir numa frase ou numa expressão os mistérios da alma humana, dos seus medos, desejos e esperanças? Como dar corpo, forma e arte ao mistério das relações que construímos, ao crescimento de uma criança, à experiência da Graça? Hoje, a Igreja celebra o mistério de um Deus que é Amor: prepara o teu coração e une-te à sua dança.

Sexta-feira da nona semana do tempo comum

Sexta-feira da nona semana do tempo comum

No final desta semana, agradece no teu coração as bênçãos que recebeste. E, neste dia, começa o teu momento de oração com estas palavras de Santo Efrém, ditas e rezadas em pleno século quarto: «Imprime, Senhor, nos nossos corações o sinal da Ressurreição, daquele dia que não se rege pelo movimento do sol. Infunde em nós uma constante orientação para Ti, e faz-nos viver sempre na alegria da tua graça. Não prives a nossa mente da tua revelação, nem afastes dos nossos membros o calor da tua suavidade». 

Quarta-feira da nona semana do tempo comum

Quarta-feira da nona semana do tempo comum

A oração alimenta-se da confiança filial, à imagem de uma criança, que cresce na presença daqueles que a amam. Hoje, começa a tua oração com esta prece do salmo vinte e cinco: «Para Ti, Senhor, elevo o meu espírito, meu Deus, em Ti confio. Mostra-me, Senhor, os teus caminhos e ensina-me as tuas veredas. Dirige-me na tua verdade e ensina-me, porque Tu és o meu Salvador. Em Ti confio sempre».

Terça-feira da nona semana do tempo comum

Terça-feira da nona semana do tempo comum

Uma tentação muito habitual na oração é desejar que ela se alimente de sentimentos intensos, de fortes decisões e de emoções que nos preenchem. Aceita que a tua oração seja uma oração de tempo comum,
simples, trabalhosa e fiel. Aprende, dia após dia, a permanecer no silêncio da presença de Deus, com a paciência e a confiança de uma criança que aprende a dar os primeiros passos.

Segunda-feira, memória litúrgica de São Bonifácio

Segunda-feira, memória litúrgica de São Bonifácio

A liturgia regressa ao tempo comum, à memória e celebração da vida de Jesus e da vida da Igreja, tecida nos passos e palavras do quotidiano. Depois das celebrações do Tempo Pascal, fica a certeza de que os nossos dias caminham para uma plenitude. Hoje, agradece ao Senhor  os trabalhos, alegrias e esperanças de cada hora da tua vida; e pede-Lhe a força e a perseverança para nessas horas construíres o que permanece. Começa assim a tua oração.

Domingo do Pentecostes

Domingo do Pentecostes

Atenágoras, patriarca ortodoxo de Constantinopla, deixou-nos um belo poema dedicado ao Espírito Santo; hoje, começa a tua oração com as suas palavras: «Sem o Espírito Santo, Deus fica longe; Cristo permanece no passado, o Evangelho é letra morta; a Igreja é uma mera organização; a autoridade um poder; a missão uma propaganda; o culto uma velharia; e o agir moral, um agir de escravos. Mas, no Espírito Santo, o cosmos é enobrecido pela geração do Reino; Cristo Ressuscitado torna-Se presente; o Evangelho faz-se vida, a Igreja realiza a comunhão trinitária; a autoridade transforma-se em serviço; a liturgia é memorial e antecipação; o agir humano é divinizado».

Sexta-feira da sétima semana do tempo pascal

Sexta-feira da sétima semana do tempo pascal

Ao concluíres a tua semana, agradece ao Senhor as bênçãos e as dificuldades que encontraste nos teus dias. E começa a tua oração fazendo eco destas palavras do Salmo dezasseis: «Bendirei ao Senhor porque me aconselha, até de noite me inspira interiormente. Tenho sempre o Senhor diante dos meus olhos; com Ele a meu lado, jamais vacilarei. Por isso, o meu coração se alegra e a minha alma exulta e até o meu corpo descansa tranquilo.»